Foram unha e carne, mais
carne do que unha, mais força que doçura, mais desejo que ternura. Foi no fio
da navalha que caminharam, sofreram cortes e sangraram pelo caminho sem tempo
para curar. Havia que aproveitar o tempo ao segundo, não pensar nas coisas do
mundo e, deixar a lava correr alimentada pelo vulcão. Assim se foi formatando o
caminho na montanha de emoções. Num qualquer momento se perderam no fumo da
incompreensão e ambos se esbateram na contraluz da razão.
dc
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